Astronomia

 

Nasa detectou explosão misteriosa no Espaço :

radiotelescópio Nasa

 

Eles não têm a mínima ideia sobre a sua origem, de acordo com Alan Kogut do Centro Espacial Goddard, nos EUA.
Segundo o cientista, ao invés de receberem um sinal fraco como esperavam, eles ouviram um som de explosão seis vezes mais alto do que qualquer um previa.


De acordo com a NASA “a fonte deste ruído de radio de fundo permanece um mistério”.
Não veio de estrelas primordiais, não é de nenhuma fonte de rádio conhecida e na realidade o problema aqui é que “não há galáxias de rádio (como quasares, por exemplo) suficientes que expliquem o sinal”.

Por outras palavras, não há nada que conheçamos no cosmos que seja capaz de produzir este som ensurdecedor.
Segundo a Universidade de Maryland, nos EUA, para formar este tipo de sinal “você precisaria juntar [as galáxias de rádio] do universo como sardinhas.

Não haveria nenhum espaço restante entre uma e outra galáxia”.
Também não sabem de onde veio esta luz misteriosa.

O som foi detectado pela ARCADE, uma sonda carregada por um balão que é resfriada a quase zero absoluto.

O instrumento em si fica dentro de um tanque com quase 2 mil litros de hélio líquido para chegar a esta temperatura, que é a mesma temperatura a radiação microondas de fundo…

 

fonte: NASA

 

 

Portais magnéticos ligam terra ao Sol:

 

Portais magnéticos abrem-se aproximadamente a cada oito minutos para ligar o nosso planeta com o Sol.
Quando o portal se abre, cargas de partículas altamente energéticas podem viajar 150 milhões de km através da passagem, de acordo com cientistas espaciais.


O fenómeno recebeu o nome “evento de transferência de fluxo” ou FTE (de flux transfer event, em inglês).
Ele é real e ocorre com o dobro da frequência que qualquer pessoa poderia imaginar. “Dez anos atrás eu tinha certeza que eles não existiam, mas agora a evidência é irrefutável”, disse o astrofísico americano David Sibeck.

 

Explosões dinâmicas:


Os pesquisadores já sabiam que a Terra e o Sol deveriam estar ligados.
Por exemplo, partículas solares incidem na Terra constantemente por causa do vento solar e frequentemente seguem as linhas do campo magnético que ligam a atmosfera do Sol com a terra firme.
As linhas do campo permitem que as partículas penetrem a magneto-esfera da Terra; o escudo magnético que envolve o nosso planeta.

Uma das hipóteses sobre a formação do evento é que o lado da Terra que está de frente para o Sol pressiona o campo magnético da Terra contra o campo magnético do Sol.
E a cada oito minutos os dois campos ligam-se brevemente, formando um portal através do qual as partículas podem fluir.
O portal toma a forma de um cilindro magnético com a largura da Terra.

 

Mais de um FTE podem abrir-se  num mesmo momento e eles ficam abertos entre 15 e 20 minutos.
Algumas medições foram feitas com sondas da Agência Espacial Europeia e da NASA que voaram através destes cilindros e nas suas margens.
Apesar das sondas terem conseguido medir a largura de um FTE o seu comprimento ainda é incerto.

 

Mas uma medida preliminar concluiu que teria mais de 5 raios da Terra (um raio da Terra tem cerca de 6.400 km).
O astrofísico Jimmy Raeder, da Universidade de New Hampshire, nos EUA, criou uma simulação computadorizada com estes dados e concluiu que os portais FTE cilíndricos tendem a formar-se sobre o equador até que em Dezembro eles deslizam sobre o Pólo Norte. Em Julho eles deslizariam sobre o Pólo Sul.
Parece ainda que existem fluxos activos e passivos o que faz com que ocorram com o dobro da frequência que se acreditava antes.


Os fluxos activos permitem que as partículas passem com facilidade, formando dutos de energia importantes para a magneto-esfera da Terra e os cilindros passivos ofereceriam mais resistência para as partículas que transitam.

Os cientistas ainda estão empenhados em descobrir porquê os portais se abrem a cada oito minutos e como os campos magnéticos no seu interior se torcem e enrolam.

 

fonte: Space

 

 

 

Planeta X finalmente?

 

nibiru, planeta x

 

 

Aqui está a prova que, como eu sempre dizia, o Planeta X (também conhecido por Nibiru, Hércolubus) não estava perto do nosso sol. Na internet surgem muitas fotos de um segundo sol, e eu sempre escrevi no meu blog que essas fotos eram simples reflexos do sol na lente das cameras ou nas janelas.


René Liseau e os seus colegas das universidades Chalmers (Suécia) e do Instituto Nacional de Astrofísica (México), usaram dados do telescópio ALMA, no Chile, para encontrar um objecto perto da estrela Alfa Centauro.

"Nós excluímos que a fonte seja um membro sub-estelar do sistema Alfa Centauro, mas argumentamos que ele seja ou um objecto transNeptuniano extremo, ou uma super-Terra ou uma anã castanha muito fria na zona externa do Sistema Solar," disse a equipa.

Pode muito bem tratar-se do tal Planeta X, pois as descrições apontavam que ele fosse uma anã castanha e estivesse perto de Neptuno, aliás afectando a sua órbita.


Assim, o planeta X é real, tendo em conta estas evidências, mas ainda está LONGE do nosso Sol.
Mas eu aposto que daqui a uns meses a NASA surge com uma teoria qualquer para afirmar que não é o planeta X.
E reparem noutra coisa, as imagens são de Maio de 2015, mas só agora em Dezembro (sete meses depois) eles revelaram estes dados.

 

Gna:
Wouter Vlemmings e colegas das universidades de Chalmers e Uppsala (Suécia) também usaram dados do ALMA para encontrar um outro objecto próximo à constelação da Águia.

Eles afirmam que pode ser uma "fonte contínua desconhecida de luz, ou uma única fonte de luz movendo-se rapidamente", mas concluem que a explicação mais provável é que seja um único objecto muito veloz.
Por isso a equipa baptizou o corpo celeste de Gna, em homenagem a um deus nórdico conhecido pela sua velocidade.

 

Inovação Tecnológica.

 

 

Buracos negros são Hologramas?

buracos negros são hologramas

 

Os buracos negros são gigantes desconhecidos da ciência: não podemos vê-los, já que a luz não escapa aos mesmos, não sabemos do que são feitos e não sabemos para onde vai a matéria que cai neles quando morrem.
Os físicos não conseguem concordar se os buracos negros são gigantes massivos tridimensionais, ou apenas um par de superfícies 2D projectadas em 3D como um holograma.
Um novo estudo publicado recentemente dá mais força a hipótese do holograma usando um novo cálculo da entropia.

 

A hipótese holográfica:


O físico Leonard Susskind, nos anos 1990, foi o primeiro a propor o buraco negro como holograma, ao provar que matematicamente o universo não precisa de mais que duas dimensões para que as leis da física e a gravidade funcionem como funcionam.
Para nós, entretanto, tudo se parece como uma imagem tridimensional de processos de duas dimensões, projectados sobre um imenso horizonte cósmico.

Este modelo acaba solucionando algumas contradições entre a teoria da relatividade de Einstein e a mecânica quântica, como o paradoxo de que “nada pode escapar de um buraco negro, mas a matéria não pode ser completamente destruída”, o chamado paradoxo da informação.


Segundo esta ideia maluca, não conseguimos descobrir o que acontece com o que ultrapassa o horizonte de eventos, porque não há um “lado de dentro”. Tudo que passa pela borda de um buraco negro fica preso nas flutuações gravitacionais da sua superfície.

A equipa liderada pelo físico Daniele Pranzetti, do Instituto de Física Teórica Max Planck, na Alemanha fez uma estimativa da quantidade de entropia presente em um buraco negro e o resultado dá suporte a este cenário.
“Nós conseguimos usar um modelo mais completo e rico comparado com o que tem sido feito no passado e obter um resultado muito mais realístico e robusto”, conta ele. “Isto  permitiu-nos resolver várias ambiguidades que afectam os cálculos anteriores”.

 

 

Gravidade quântica:

 

Os cientistas focaram-se na entropia, uma propriedade que, segundo Stephen Hawking, tem que ser proporcional à área da superfície do buraco negro, não o seu volume, o que acabou dando origem às primeiras ideias de que os buracos negros poderiam ser holográficos.
Pranzetti e seus colegas usaram uma abordagem teórica chamada “Loop Quantum Gravity” (LQG  ou Gravitação Quântica em Laços) para explicar um conceito chamado de gravidade quântica.

Um “condensado” é uma colecção de átomos – neste caso o quanta do espaço – todos com as mesmas propriedades, o que permite estudar o comportamento colectivo a partir do estudo de um só.
No caso da gravidade quântica, os átomos fundamentais do espaço formam um tipo de fluído, o contínuo do espaço-tempo. Uma geometria contínua e homogénea, como a do buraco negro esférico e simétrico, pode ser descrita como um condensado, o que facilita os cálculos matemáticos.

Imaginemos um buraco negro como uma cesta de basquet tridimensional: o aro é o horizonte de eventos, e a rede é o buraco no qual toda a matéria cai ou desaparece.
Empurre a rede para o aro para fazer com que ela se torne um círculo bidimensional, e então imagine que todo o metal e cordas é feito de água. Agora, tudo que medir no aro pode ser aplicado ao que está dentro da rede.

Com isto em mente, Pranzetti tem um modelo concreto que mostra que a estrutura tridimensional de um buraco negro pode ser apenas uma ilusão. Toda a informação do buraco negro pode estar contida, teoricamente, em uma superfície bidimensional, sem haver necessidade de um “buraco” real, ou um lado de dentro.
“Daí vem a ligação entre a entropia e a área superficial, em vez do volume”.

 

fonte Science alert

 

 

 

 

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