Robótica

 

Seria capaz de casar com um(a) robot?


Um cientista britânico, especializado em inteligência artificial, concluiu uma tese de doutoramento em que defende que num futuro relativamente próximo será possível um ser humano apaixonar-se e casar-se com um(a) robot.
Na sua tese «Relações íntimas como companheiros artificiais», defendida com sucesso na Universidade de Maastricht, na Holanda, David Levy argumenta que a semelhança entre os autómatos e as pessoas será tão grande a nível físico como emocional que será viável uma relação amorosa humano-máquina.

Esta conclusão resultou, de acordo com o cientista, de uma pesquisa exaustiva baseada em cerca de 450 publicações sobre psicologia, sexologia, inteligência artificial, robótica, estudos de género e interacção humano-computacional.

 

 

Androide Japonesa


Agora a título de curiosidade veja:


O professor Hiroshi Ishiguru, da Universidade de Osaka,   ja fez alguns andróides, um deles foi uma réplica de si mesmo, e criou também esta androide feminina de nome "Repliee Q1"
Veja como é realista:

 


Ela conta com uma pele flexível de silicone ao invés do plástico duro usado noutros protótipos e vários sensores e motores permitem que se movimente de uma forma mais parecida com os humanos.


A andróide pode mover as pálpebras e as mãos como os humanos e até tem movimentos simulando a respiração.

O professor Hiroshi Ishiguru, da Universidade de Osaka, projectista da andróide, afirmou que um dia, os andróides poderão enganar os humanos, levando-os a pensar que são todos da mesma espécie.

"A Repliee Q1 pode interagir com as pessoas.
Pode responder ao toque. Hiroshi Ishiguru ficou satisfeito mas diz ainda ter um longo caminho pela frente".

 

Estão a ser desenvolvidas várias androides no Japão, como por exemplo a Geminoid, Asuna entre outras.

 

Há uma grande probabilidade que as pessoas mais abastadas financeiramente comecem a comprar androides num futuro próximo, pois uma relação humano-andróide evitaria desgastes emocionais, discussões, infidelidades etc, pois o(a) andróide será sempre programado para ser fiel ao seu companheiro(a).

 

 

A famosa marca de bonecas realistas de silicone, "Realdoll" está actualmente a trabalhar num novo modelo: Realbotix, de sexbots com inteligência artificial. Link Engadget .

 

 

Existem diversos filmes que exploram esse tema dos relacionamentos de humano com máquina, um dos mais marcantes estreou em 1987 «Cherry 2000».

Em 2008 estreou na Fox a série "Terminator, as crónicas de Sarah Connor", a linda actriz Summer Glau interpretava uma andróide sensual "Cameron" vinda do futuro para proteger o John Connor, em algumas cenas havia um certo clima de romantismo entre os dois.

Este ano (2015) estreou "Ex machina". A sexy andróide com inteligência artificial "Ava" (que soletrado em Inglês parece Eva) seduziu o rapaz informático, mas afinal era tudo um teste elaborado, contudo , o filme mostra como um humano pode enamorar-se de uma máquina inteligente.

ex machina

 

O filme «Her» (também de 2015) conta a história de um homem que se apaixona por um sistema operativo de inteligência artificial, com voz feminina, semelhante à assistente virtual da Apple "Siri".

Na realidade acontecem situações dessas e nem sempre as pessoas se apercebem, há sites de namoro online que contêm milhares de perfis falsos e bots a "conversar" com as pessoas, parecem pessoas a ter conversas inteligentes mas são programas: bots.

Recomendo assistirem à série de televisão «HUMANS» é muito boa e fala acerca de humanos sintéticos , alguns deles possuem consciência.

 

 

 

Cientistas ingleses criaram homem Biónico:

 

homem biónico Franck

 

Chama-se Franck e tem 2 metros, órgãos artificiais, sangue sintético. É capaz de ouvir, ver, respirar, falar.
Está sendo exibido no Museu da Ciência de Londres . O projecto colaborativo custou 1 milhão de dólares.
Rex foi criado para o documentário “Como construir um homem biónico”, do canal britânico “Channel 4”.

O psicólogo e apresentador Bertolt Mayer foi usado pelos cientistas como modelo para a criação de Rex, que usa os membros e órgãos artificiais mais avançados do mundo, de acordo com o jornal “The Telegraph”.

 

 

 

Máquinas tão inteligentes como humanos em 2029:

androides


As máquinas irão atingir um nível de inteligência emocional equivalente ao dos humanos brevemente, prevê um investigador da área da inteligência artificial.
Ray Kurzweil acredita que, à medida que as máquinas ficarem mais parecidas com os humanos, também os humanos se irão assemelhar cada vez mais a elas.

Kurzweil defende que será possível entrar em sistemas de realidade virtual através do sistema nervoso e injectar nanobots no cérebro para melhorar a inteligência, memória e sistema imunitário.


A fase final desta convergência será um momento denominado "Singularidade Tecnológica", em que homens e máquinas se tornam indistinguíveis uns dos outros.

O investigador acredita que o processo já começou:
«Nós já somos uma civilização homem-máquina», disse à BBC.
«Utilizamos a nossa tecnologia para expandir os nossos horizontes físicos e mentais e esta será uma extensão que vai além disso».

Rodney Brooks, professor de Robótica no Massachusetts Institute of Technology (MIT ), concorda:
«Quem somos nós e quem são eles vai-se tornar numa questão diferente».

«Nós iremos ter mais silicone e aço dentro de nós mas também iremos utilizar mais e mais materiais biológicos em robôs, até que no final começaremos a partilhar componentes », vaticinou.

 

Ciberia.

 

 

 

Shape Memory Alloy ,SMA:

 

Estão a ser criados metais inteligentes que após serem estimulados com electricidade ou calor, recuperam a forma antiga. são os Shape memory alloy, ou outro termo: thermal shape memory, memória térmica de recuperação de forma...

Com esses materiais poderão criar-se automóveis, que se recuperam de amolgadelas, ou próteses biónicas com ligamentos em metal para substituir braços ou pernas, que têm capacidade de voltar à forma normal.

 

 

 

 

 

Robots que se reproduzem sozinhos:

 

 

Cientistas britânicos desenvolveram um robot capaz de construir outros robots cada vez melhores, sem intervenção humana.

A "mãe-robot", um braço robótico similar aos robots industriais,  junta pequenos cubos para formar um novo "bebé-robot". Ela cola os cubos uns aos outros em configurações diferentes, o que permite encontrar sistemas cada vez melhores.

O sistema então avalia a distância que cada pequeno robot consegue percorrer e, após analisar os resultados, consegue projectar outros robots capazes de percorrer distâncias maiores.

Depois de "dar à luz" dez gerações de robots, a versão final conseguiu percorrer o dobro da distância coberta pela primeira geração.

De acordo com Fumiya Iida, da Universidade de Cambridge, que conduziu a pesquisa com colegas da Universidade ETH, em Zurique, um dos objectivos é encontrar novas ideias sobre como seres vivos evoluem e se adaptam ao meio ambiente.

"Sempre pensamos em robots fazendo tarefas repetitivas, já que, tipicamente, são projectados para produção em massa e não customização em massa. Mas, queremos ver robots capazes de inovação e criatividade," disse ele.

Outro objectivo é desenvolver robots capazes de melhorar e adaptar-se a novas situações.
"Pode imaginar-se carros sendo construídos em fábricas e robots procurando defeitos e consertando-os por conta própria. E robots usados na agricultura poderiam experimentar técnicas diferentes de colheita para ver se melhoram o rendimento," disse Iida.

 

Inovação Tecnológica .

 

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